Que seja novo ou renovado,
Mas que seja.
Há algum tempo que nada era de verdade eu.
Me torcendo pelos atos levianos dos já escorridos
Me tornando..
Entornando..
Derramada.
Fundida a uma poça que eu pulava.
Lameada desse tempo torto,
Desses dias loucos,
Vendo o sol nascer embaixo da porta.
Ao chão de quem se entorta,
E as mãos são o que importam,
Para que eu me levante, me destore em mim..
Ainda que milhões de "eu's",
Possam conversar entre si.
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